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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Mensagem do Dia


LEVEZA

“Quando o mergulhador necessita voltar rapidamente à superfície ele solta o seu lastro. Da mesma forma, identifique e abandone definitivamente todos os pesos que estão impedindo o seu vôo. Liberte a mente dos antigos padrões e permita a descoberta de novos paradigmas. Mantenha-se acima dos problemas e preocupações que tendem a puxar você para o chão, outra vez. Seja leve, desafie a lei da gravidade.”


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Lírio do Amazonas





Com suas flores brancas suavemente perfumadas e em formato de estrela, esta planta impressiona também pela beleza das folhas brilhantes e lustrosas. O contraste entre o intenso verde das folhas e a brancura das flores torna o conjunto realmente atraente.

Planta bulbosa da família das Amarilidáceas, o lírio-do-amazonas (Eucharis grandiflora) é originário da América do Sul - é encontrado no Brasil, na Colômbia e no Peru. Seu cultivo na Europa iniciou-se há tempos, por volta de 1850. Mas por lá, embora seja muito utilizada como planta ornamental, o cultivo só dá bons resultados mesmo em estufas.

Como ela é... O lírio-do-amazonas é uma planta com boas dimensões. Conhecida também como estrela-dalva, estrela-de-belém e estrela-da-anunciação, a Eucharis grandiflora apresenta bulbos arredondados, que podem medir até 6 cm de diâmetro. As folhas são grandes (podem chegar a 40 cm de comprimento) e as flores - brancas e perfumadas - surgem em racemos de 3 a 6 unidades. Cada flor mede em torno de 10 cm de diâmetro com as 6 pétalas distribuídas em formato de estrela. Pendentes, as flores surgem numa haste floral que alcança até 70 cm de altura.

Onde ela vai bem... A planta vai bem em locais bem iluminados e com boa ventilação. Ela precisa de muita claridade, mas não gosta de luz solar direta, especialmente nos dias quentes de verão. Plantada em vasos, ela pode ser levada para ambientes internos bem iluminados. No jardim, os melhores locais são os canteiros sombreados, onde pode fazer belas combinações com folhagens baixas e forrações. Sob a copa das árvores, o lírio-do-amazonas pode formar belas bordaduras.

O solo ideal é... O solo argilo-arenoso e rico em matéria orgânica é o mais indicado. Uma boa mistura: 2 partes de terra argilosa, 1 parte de composto orgânico e 1 parte de areia. Para estimular crescimento e floração, pode-se acrescentar farinha de ossos à mistura.

E o plantio... No plantio, coloque os bulbos num espaçamento de 40 a 50 cm entre eles. Não se deve cobri-los demais com terra. Uma leve e fina camada de terra é o suficiente. Depois, pressione o substrato delicadamente ao redor dos bulbos, para firmá-lo bem. Se o plantio for feito em vasos (com pelo menos 20 cm de diâmetro), dá para plantar de 3 a 4 bulbos.

Como cuidar... Evitar regas em demasia, pois podem provocar o apodrecimento dos bulbos. Quando surgir a haste floral, recomenda-se aplicar um fertilizante líquido até as flores iniciarem a abertura, lembrando de seguir as orientações do fabricante quanto à quantidade e diluição.

Como se reproduz... O lírio-do-amazonas se propaga pela divisão dos bulbos mais velhos. O processo geralmente é feito no período que vai do final do inverno ao início da primavera. Primeiro retira-se as plantas dos canteiros ou dos vasos. Com muito cuidado, deve-se lavar os bulbos para remover a terra. Só então, faz-se a separação dos bulbos, evitando quebrá-los, pois eles podem demorar muito tempo para se recuperarem e iniciar a brotação.



Mensagem do Dia


 INTROSPECÇÃO

“Na rotina diária somos arrastados pela corrente dos compromissos e tarefas. Estamos sempre fazendo ou falando alguma coisa. Nessa turbulência, não ouvimos a voz interior. Passamos a viver no piloto automático. Introspecção não é afastar-se da realidade, mas sim mudar o estado de consciência diante das exigências externas. É dar um tempo para si, restaurar a comunicação consigo mesmo, tomar conta da mente. Constatar que há reservas suficientes para assumir o comando da navegação.”


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Lança de São Jorge




Nome popular: Lança-de-são-jorge; Espada; Lança.
Nome científico:
Sansevieria cylindrica.
Família: Liliaceae.
Origem: África Tropical.

A Lança-de-São-Jorge é uma planta com um aspecto bem peculiar, pois suas folhas são cilíndricas, e verticais, o que cria um visual bastante interessante.
A planta é uma herbácea rizomatosa, entouceirada, sem caule, de 50 a 90 cm de altura, de folhagem ornamental. As folhas são cilíndricas, suculentas, pontiagudas, com manchas branco-acinzentadas. A espécie Sansevieria abyssinica é semelhante, porém as folhas são mais altas e mais grossas.
Possui inflorescências branco-róseas que possuem valor ornamental secundário.

Como cuidar: Cultivada em vasos, bordaduras ou maciços, em canteiros a pleno sol, com terra fértil, permeável e irrigada periodicamente.
Apropriada também para a composição de jardins de pedras, pois é uma planta muito rústica, que resiste muito bem à intensa insolação.

Como reproduzir: Multiplica-se por divisão de touceiras, efetuada a qualquer época do ano.


sábado, 15 de outubro de 2011

Mensagem do Dia


FOCO

“Em nossa jornada, podemos passar por diversos desafios em nosso crescimento enquanto indivíduos. Temos que manter o foco. Podemos seguir o exemplo do ponteiro de um relógio: ele não olha para a direita, nem para esquerda, e nem para o que passou; ele mantém seu próprio ritmo, constantemente se movendo para frente, sempre avançando.”


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Bambu-Mossô





Nome popular: Bambu-mossô.
Nome científico:
Phyllostachys pubescens.Família: Graminae (Poaceae).Origem: China.
Ciclo de vida: perene.

O Bambu-mossô é um bambu que não cresce em grandes grupos, ao contrário da maioria das espécies de bambu. Se plantado no solo, ele pode gerar outras plantas ao seu redor, mas distantes da planta-mãe. Ele pode crescer de 8 a 14 m de altura. Não floresce em nossas condições climáticas
O uso desse bambu tem se ampliado muito no Brasil, tanto em ambientes externos quanto em ambientes internos, sendo utilizados principalmente em escritórios e residências.
O tronco do bambu-mossô é o seu grande atrativo, pois ele é geralmente modelado e entortado, para que fique com um aspecto mais interessante.

Como cuidar: O Bambu-mossô cresce nos mais diversos climas, e tolera muito bem geadas. É uma planta que precisa de muita luz, devendo preferencialmente ser plantadas sob sol pleno. Porém, ele tolera alguns ambientes internos, devendo ele ser muito bem iluminado.
Sendo uma planta de arquitetura interessante, é cultivado geralmente em grupos, formando conjuntos ou renques ao longo de paredes, muros e cercas, em terreno fértil, e bem drenado.
Não são necessárias regas muito freqüentes, podendo elas serem semanais. No caso do plantio em vasos, as regas podem precisar ser mais freqüentes.
É cultivado também para a obtenção de broto-de-bambú, que é utilizado como alimento ne China e Japão.

Como reproduzir: Pode ser multiplicada pela divisão dos rizomas, quando há a formação de novos brotos. Mas devemos nos lembrar que isso somente ocorre quando são plantados no solo. A reprodução por sementes é rara, pois o florescimento é raro e só ocorre em locais específicos.



Mensagem do Dia


PERDÃO

“É fácil se relacionar com aqueles que lhe tratam bem. Mas o desafio é transformar a atitude daqueles que prejudicam você com sua atitude de trazer benefício. Você pode não ser capaz de mudá-los, mas você pode perdoá-los. Seu perdão se tornará uma lição para eles. Perdoar é cooperar, respeitar e ter bons sentimentos. Esse é o melhor método de ensinar.”


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A primavera chegou!!




Ela chega discreta, com encanto, beleza, perfumes e um jeito todo peculiar, trazendo o vigor das floradas e uma eclosão de cores.
Dia 23 de setembro marca o início da nova estação, quando dia e noite se equivalem. Daí em diante, o dia vai se alongando, até 21 de dezembro, o mais longo do ano. Encompridar o dia significa elevar a insolação e, com mais raios solares, os vegetais aproveitam a fotossíntese com maior produtividade, transformando a energia do sol em proteínas e açúcares para as plantas. Também as chuvas tornam-se mais frequentes e a temperatura se eleva. Assim, o verde rejuvenesce.
Nesta época, a vegetação cresce rapidamente, floresce e frutifica lá na frente. No campo, é anunciado o plantio de mais uma safra e isso significa alimento e fartura, além de enorme fascínio e otimismo que se instala na alma dos agricultores.
Na cidade, o colorido das flores estimula o plantio e cuidados com as áreas verdes. Em muitos países, principalmente naqueles do hemisfério norte, onde as variações do comprimento do dia são maiores, a primavera é tão contagiante, que ao passar pelas ruas observamos o imenso número de pessoas e famílias que trabalham em seus jardins.
Entre nós, esse hábito tem aumentado e a sensibilização com as questões ambientais tem favorecido a manutenção de áreas verdes maiores.
É um ótimo período para planejar, implantar ou mesmo reestruturar nossos jardins. É hora de plantar! É também hora de plantar solidariedade neste mundo que passa por momentos de intensa transformação. Temos a experiência de várias crises, sendo a raiz de todas elas a crise de valores éticos e espirituais. Momentos de crise exigem uma atitude assertiva, exata, sem titubear ou tropeçar, maximizando e intensificando tudo: recursos, velocidade, empenho.
O momento exige florescimento. É hora de trabalharmos a primavera no ciclo da humanidade.


Fonte: Nancy Thame


Mensagem do Dia


AMOR

"Amor é o sol que não cobra por seus raios. É o ar que preenche todos os recipientes por dentro e por fora. É o oceano que aceita todos os tipos de rios sem questionar suas origens. É a árvore que não se vangloria ao dar sombra e abrigo e curva-se para oferecer seus frutos. É a água do mar que dissolve as rochas da arrogância inflexível. É a água doce do rio que mata a sede de todos que vêm na sua praia. É o chamado do sábio que ama o que sabe e sabe o que ama."




segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Pleomele - Dracaena reflexa







  • Nome Científico: Dracaena reflexa
  • Sinonímia: Lomatophyllum reflexum, Pleomele reflexa
  • Nome Popular: Pleomele, Dracena-malaia, Pau-d'água
  • Família: Ruscaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Madagascar e Ilhas Maurício
  • Ciclo de Vida: Perene


A pleomele é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa e amplamente utilizada no paisagismo e na decoração de interiores. Seu caule é ereto, ramificado e atinge uma altura média de 2 a 3 metros, embora possa atingir 6 metros no seu habitat de origem. As folhas são simples, coriáceas, ligeiramente onduladas, de cor verde-oliva escuro, dispostas em espiral ao longo do ramos. Ocorrem ainda outras variedades, com destaque para duas cultivares variegadas: a "Song of India", com folhas de margens cor verde-limão, e a "Song of Jamaica", de margens cor branco-creme. As flores pequenas e brancas surgem no final do inverno reunidas em inflorescências terminais e, assim como os frutos, não têm importância ornamental.
A pleomele é uma planta tropical muito vistosa e de crescimento moderado. No jardim ela pode ser plantada isolada, em grupos ou em renques. Elas são rústicas e quando podadas corretamente podem formar ótimas cercas vivas. Envasadas, elas podem ser utilizadas em ambientes internos, onde são muito apreciadas na decoração por sua beleza e tolerância às condições de baixa luminosidade. No entanto, esta tolerância deve ser sempre testada e é sabido que as pleomeles não variegadas são um pouco mais resistentes que as formas variegadas. Na dúvida o crescimento da planta deve ser monitorado, pois caso ela comece a perder as folhas e estiolar (crescer muito rápido em altura) é sinal de que está faltando luz.


A pleomele é uma das plantas recomendadas para purificação do ar em interiores, de acordo com a Plants for Clean Air Council (PCAC), organização que resultou de um projeto de pesquisa originalmente conduzido pela NASA em conjunto com a Associação de Empreiteiros de Paisagismos dos Estados Unidos. A pleomele é considerada eficiente na remoção de compostos tóxicos do ar como formaldeído, benzeno, tolueno, xileno e tricloroetileno.
Deve ser cultivada sob sol pleno, meia-sombra ou luz difusa, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A pleomele é tipicamente tropical, apreciando o calor e a umidade. Apesar de crescerem sob sol pleno em regiões subtropicais, elas preferem condições de luz filtrada ou meia-sombra, principalmente quando cultivadas em regiões mais quentes e ensolaradas. Ela deve ser fertilizada quinzenalmente durante a primavera e verão. É sensível ao frio intenso, a geadas e a salinidade de regiões litorâneas; e tolerante a curtos períodos de estiagem. Quando mudada bruscamente de ambiente, ela pode se ressentir, perdendo parte das folhas. Multiplica-se facilmente por estaquia de ramos lenhosos, semi-lenhosos e ponteiros.


 
Autor: Raquel Patro

Mensagem do Dia


LIMPEZA

“Não podemos evitar que a poeira da cidade entre em nossas casas sempre que abrimos as janelas para renovar o ar. Da mesma forma devemos ter um intelecto aberto às situações, mas cauteloso em limpar, constantemente, as negatividades que possam entrar. Um intelecto limpo é leve e livre para ir além, ele reflete o certo. E assim as impressões do passado não conseguem mais deter a fruição do futuro”.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Rosinha-de-sol (Aptenia cordifolia)




É uma planta rústica e apropriada para cobertura de solo em áreas de sol direto. De origem africana, é uma planta rasteiroa, com folhas suculentas de coloração verde-clara. Suas flores são pequenas e delicadas, de coloração branca, rósea ou vermelha. De longa duração, nascem nas pontas dos ramos.
Por ser bastante versátil, pode ser utilizada em paisagismo como forração, em canteiros maciços, bordaduras e em vasos, inclusive nos suspensos, onde fica pendente. Também é recomendada para jardins de pedras e tem a capacidade de fechar bem o solo, impedindo o crescimento de plantas daninhas.
A floração ocorre durante todo o ano, com maior intensidade no verão e as flores são muito atrativas para as abelhas.
A rosinha-do-sol é tolerante ao frio e ao calor, sendo cultivad em todo o país.
Ela exige local ensolarado e solo rico em matéria rgânica e mais para arenoso. Em solos argilosos, deveremos adicionar composto orgânico ou um pouco de areia, para garantir melhor drenagem. Solos encharcados não servem para esta planta.
O plantio deve ter um espaçamento entre 15 a 20 cm, pois se alastra bem em todas as direções. As regas devem ser regulares no início, para garantir seu enraizamento, passando a diminuir depois, pois é uma planta adaptada para solos mais secos.
Plantada em conjunto com cactos e suculentas, o jardim ganha um estilo único.
Para quem gosta de vasos com forrações, fica esta ótima sugestão, com flores durante o ano todo.




Fonte: Jardim & Cia

Mensagem do Dia


NATUREZA FÁCIL 

“Uma natureza fácil contém humildade, doçura, paciência. Todas as qualidades estão presentes naquele que tem uma natureza fácil. Tal pessoa nunca tentará provar-se, mas a verdade será visível nela. Todos nós precisamos tornar fácil nossa natureza. Então, que nossas intenções sejam as mais elevadas e puras de forma que os outros consigam captar nossos sentimentos. Que nossos sentimentos inspirem benevolência e amizade. Que nossa natureza seja fácil a ponto de nunca sentirmos que é facil sermos amigos de uma pessoa e não da outra.”





terça-feira, 6 de setembro de 2011

Aluguel de Orquídeas



Para beneficiar você, cliente, que não possui espaço ou tempo para ter e/ou cuidar das orquídeas,

a Orquiviva trouxe uma novidade...

Aluguel de Orquídeas

Av. 3, 730 - Centro - Rio Claro/SP.
Fone: 019-3557-4849



Bulbophyllum

Bulbophyllum unitubum


Bulbophyllum reevei


Bulbophyllum hians


Bulbophyllum lasianthum



O gênero Bulbophyllum é o maior da família Orchidaceae com pelo menos 1.900 espécies conhecidas.  As espécies são encontradas na África, Austrália, Ásia e América do Sul.
Algumas espécies são encontradas próximo do nível do mar ( Bulbo unitubum ) para mais de 2.000 metros de altitude ( Bulbo reevei e Bulbo hians ). Alguns crescem na sombra profunda ( Bulbo lasianthum ), outros no sol direto ( Bulbo miniatum ). 



Bulbophyllum miniatum


Bulbophyllum phalaenopsis


Bulbophyllum mearnsii


Bulbophyllum odoratum


Bulbophyllum odoratissimum



Apesar de mais conhecido para a espécie de odor fétido (Bulbo phalaenopsis e Bulbo mearnsii ), nem todos têm aromas agradáveis, como o Bulbophyllum odoratum e Bulbo odoratissimum.
As flores variam de apenas alguns milímetros ( Bulbo minutissimum e Bulbo minutulum ) para cerca de 40 centímetros (Bulbo echinolabium).
Alguns têm as folhas muito pequenas e pseudobulbos medido em milímetros ( Bulbo macphersonii e Bulbo bowkettiae ), e alguns têm pseudobulbos monstruosamente comparável ao softballs (Bulbo macrobulbum e Bulbo fletcherianum). Simplificando, é um gênero extremamente diversificado.


Bulbophyllum minutissimum


Bulbophyllum minotulum

Bulbophyllum echinolabium


Bulbophyllum mcphersonii


Bulbophyllum bowkettiae


Bulbophyllum macrobulbum


Bulbophyllum fletcherianum